Final de semana passado foi uma correria muito boa, com direito à audição da sobrinha de meu esposo na sexta (ela tocou violino), panqueca no jantar com duas amigas-primas de Belo Horizonte, e no sábado à noite teatro no Tuca. Fomos assistir à peça O amor e outros estranhos rumores - 3 histórias de Murilo Rubião, com Débora Falabella, Gabriel Paiva e Yara Novaes. Ótima! A peça volta em janeiro, vale a pena!
Fora as angústias que nos tomam ao assistirmos os tele-jornais.O bom é que "somos brasileiros" e temos esperança suficiente para acreditarmos que alguns desses problemas vão ser combatidos com perspectiva de uma efetiva mudança. Tomara!
Hoje irei para Florianópolis com o Cléber, vamos passar o final de semana! Uhuuuuuuu...Claro que já selecionei o que vou levar: Orlando de Virginia Woolf, um livro que estou relendo, para quem sabe ler naquela horinha da brisa...
O livro também tem a sua versão em filme: http://www.youtube.com/watch?v=OVCO_F0fUas.
Ah, também pensei no que vou usar. Dessa vez vou viajar com uma bolsa fofa da Intuitif. Coisa linda, viu? A Liana Barros é quem cria as bolsas e o ateliê ficam em Salvador. A loja parece uma casa de bonecas! Descobri o site da Intuitif por meio de Un vestido e un amor (http://unvestido.com.br/loja/), que vende vestidos que são uma graça.
Essa foto eu tirei na varanda da casa de minha sogra, que fica em Suzano (a 50 km de SP), que fomos visitar em um desses finais de semana ensolarados. Estou usando a bolsa Julia da Intuitif (http://www.intuitifnews.blogspot.com/) e um vestido da Como quieres que te quiera (http://www.comoquieres.com.ar/).
Para encerrar tanto falatório, que hoje estou assim "falante" pelos cotovelos, pessoal, vou postar uma poesia de Cecília Meireles, para que cessem agora as minhas palavras e reste apenas a presença majestosa de uma grande poeta! Um beijo e bom final de semana!
Interlúdio
Cecilia Meireles
As palavras estão muito ditas
e o mundo muito pensado.
Fico ao teu lado.
Não me digas que há futuro
nem passado.
Deixa o presente - claro muro
sem coisas escritas.
Deixa o presente. Não fales,
Não me expliques o presente,
pois é tudo demasiado.
Em águas de eternamente,
o cometa dos meus males
afunda, desarvorado.
Fico ao teu lado.


