quinta-feira, 21 de março de 2013
Outono onde quer que seja...
Não exatamente a estação do ano, mas a estação na alma. A estação atravessando os desejos. E o corpo se protegendo lento. Abrindo-se para o meio sol do meio dia e fechando-se quando a brisa enlaça mais fria e arrepia pernas, pantorrilhas, tornozelos. A estação na alma é a alma mais o corpo e o desejo entretendo-se do calor alheio como se fosse para sempre. Outono onde quer que seja. A alma, o corpo, os cabelos e os pelos. Em cada poro a estação sorrindo, entre o sépia e o vermelho, brisa que arrepia pernas, pantorrilhas e tornozelos.
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